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“Eu te amo” ainda tem valor

Eu te amoEm tempos que “Eu te amo” virou sinônimo de Bom dia/ Boa noite e é dito até para o padeiro da esquina, a expressão perde a graça, não é? Não!
Há pessoas que ainda se importam com essas três palavrinhas e elas não devem (ou ao menos, não deveriam) ser ditas ao vento de qualquer maneira, simplesmente porque você acordou feliz.

Eu te amo não deve ser forçado, ensaiado ou extremamente romantizado… deve ser por necessidade. A expressão em si é uma necessidade.
É quando o coração aperta, a boca seca e o ar acaba. Uma sensação que se nada for dito a gente vai explodir. Assim vem o primeiro “Te amo”, aquele como uma rosa ou uma pedra, nunca sabemos como realmente vai ser recebido, é jogado e espera-se do fundo da alma que seja recíproco, não que necessariamente seja ou que não seja.
O importante é não perder a oportunidade, não se arrepender de demonstrar o que se sente. Essa frasezinha deve ser dita assim, de forma sincera e cheia de AMOR, parece óbvio, mas não é.

O nome do blog é “Cresci e Agora” e não CAPRICHO, quando falamos “Te amo” não é amor de verão, paixonite de colégio… Tá mais para “quer ser o pai dos meus filhos?”. “Te amo” na vida madura é, ou deveria ser, uma expressão de peso.

Não é que você não vá dizer Te Amo para seu pai, sua mãe ou aquela amiga de infância que esteve com você em todos os momentos da sua vida, mas esse te amo é outro, né?

Só queria dizer que “Eu te amo” tem importância, deve ser ponderado e verdadeiro. Deve sim ter uma carga de desejo momentâneo, mas deve ser consciente do que significa e do quanto significa.
“Eu te amo” ainda tem valor.

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Autor:

Publicitária, por formação. Webdesigner, por curiosidade. Chocólatra, por vício. Mulher, por falta da opção de ser uma menina super-poderosa e salvar a cidade de Townsville.

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