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Vale a pena perdoar traição?

No começo do mês, a principal notícia em todos os sites de fofoca desse Brasil era a tal traição do Marcelo Adnet, marido da humorista Dani Calabresa. No final das contas, o que mais chamou a atenção não foi nem o fato de ele ter traído, e sim de ela ter perdoado! Todo mundo ficou dividido, uns apoiando a Dani, outros condenando o comportamento dela. Afinal, vale a pena perdoar traição?

É algo difícil de classificar, porque cada caso é um caso. “NOSSAAA MAS ELA ACEITOU O CHIFRE” Não galera, não funciona assim. Do mesmo jeito que tá tudo bem mudar de ideia, tá tudo bem perdoar traição. Isso não te faz uma pessoa burra, conformista. Só significa que você achou que o seu relacionamento valia mais do que aquilo. Fim. Não sabemos nada da vida pessoal da Dani, e ainda bem que não! Estamos de fora, e a nossa visão é muito curta para podermos falar algo. Só podemos julgar o nosso próprio caso.

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Vale a pena voltar para o ex?

Voltar para o ex vale a pena?A coisa mais fácil que existe é voltar a pensar no ex em algum momento ruim da nossa vida. Lembrar de todas as alegrias, todas as risadas, todos os momentos bons que tiveram juntos e acabar se perguntando “mas por que não deu certo mesmo?”. Não é difícil querer voltar para o ex, retomar uma relação que já deu certo e tentar de novo. Mas será que isso vale mesmo a pena?

Muitas pessoas pensam nisso quando acabam de sair de outro relacionamento, ou quando se sentem sozinhas e carentes. A memória do quanto você já foi feliz com uma pessoa volta, a saudade aperta e você se sente mais tentada do que nunca de pegar o celular e teclar um “oi” numa mensagem para ele. Nessa hora a coisa que você mais precisa fazer é pensar e colocar tudo numa balança antes de tomar qualquer atitude. leia mais

Lá ou cá? Quando o amor está em outro lugar

o amor está em outro lugarVocê é de São Paulo. Ela do nordeste. Você é feliz no Brasil. Ela na Oceania.
Isso pode acontecer. E de fato acontece pra muita gente… O seu amor está em outro lugar.

Nós não amamos o lugar da pessoa, mas a pessoa em nosso próprio lugar (mesmo que em um espaço idealizado). Desejamos juntar as duas coisas, o problema é: o cara (ou a guria) está na mesma, querendo juntar as duas coisas a própria maneira.
UM lado tem que ceder, apenas UM lado, isso é tão injusto que logicamente mais cedo ou mais tarde vai bater a frustração.

Acho que temos que viver de verdade o que nos faz feliz, e nos perguntamos o que mais nos traz fecilidade.
Não é egoísmo amar mais um lugar do que uma pessoa, principalmente quando é de fato nossa morada. Nem todo mundo consegue deixar para trás trabalho, estabilidade, família, conforto e amor (porque amamos, sim, lugares!).
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“Eu te amo” ainda tem valor

Eu te amoEm tempos que “Eu te amo” virou sinônimo de Bom dia/ Boa noite e é dito até para o padeiro da esquina, a expressão perde a graça, não é? Não!
Há pessoas que ainda se importam com essas três palavrinhas e elas não devem (ou ao menos, não deveriam) ser ditas ao vento de qualquer maneira, simplesmente porque você acordou feliz.

Eu te amo não deve ser forçado, ensaiado ou extremamente romantizado… deve ser por necessidade. A expressão em si é uma necessidade.
É quando o coração aperta, a boca seca e o ar acaba. Uma sensação que se nada for dito a gente vai explodir. Assim vem o primeiro “Te amo”, aquele como uma rosa ou uma pedra, nunca sabemos como realmente vai ser recebido, é jogado e espera-se do fundo da alma que seja recíproco, não que necessariamente seja ou que não seja.
O importante é não perder a oportunidade, não se arrepender de demonstrar o que se sente. Essa frasezinha deve ser dita assim, de forma sincera e cheia de AMOR, parece óbvio, mas não é.

O nome do blog é “Cresci e Agora” e não CAPRICHO, quando falamos “Te amo” não é amor de verão, paixonite de colégio… Tá mais para “quer ser o pai dos meus filhos?”. “Te amo” na vida madura é, ou deveria ser, uma expressão de peso.

Não é que você não vá dizer Te Amo para seu pai, sua mãe ou aquela amiga de infância que esteve com você em todos os momentos da sua vida, mas esse te amo é outro, né?

Só queria dizer que “Eu te amo” tem importância, deve ser ponderado e verdadeiro. Deve sim ter uma carga de desejo momentâneo, mas deve ser consciente do que significa e do quanto significa.
“Eu te amo” ainda tem valor.

Namoro à distância, rola?

Namoro à distânciaGraças a popularização da internet e a facilidade de comunicação que ela traz, a socialização está mil vezes maior do que a 10 anos atrás, e os namoros à distância tem ficado cada vez mais comuns.

Hoje, conversamos muito mais pela internet do que fora dela, e isso abre portas para conhecermos pessoas de outras cidades, estados ou até países. Conversamos com elas de longe, apenas por serem legais, e isso faz com que criemos um laço especial de amizade, sem ter nada físico relacionado. São só duas pessoas que gostam como a outra conversa, que verdadeiramente gostam da companhia uma da outra. Se apaixonar desse jeito é tão normal quanto se apaixonar por aquele menino bonito da escola. leia mais